Cláudia Rodrigues

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  Cláudia Rodrigues
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"O impossível não existe se você é perseverante. Se você tiver objetivos e metas para atingi-los, tudo é possível."

Cláudia Rodrigues
 

A advogada e escritora Cláudia Rodrigues nasceu em Pirajuí, interior de São Paulo, lugar onde passou parte de sua infância, vindo para o Paraná aos 9 anos de idade. "Na minha cidade a infância era ótima, com muitas brincadeiras na rua como bets", relembra. Seu pai era funcionário do Banco do Brasil, o que exigia da família constantes mudanças de cidade. "Viemos inicialmente para Santa Isabel do Ivaí, na época em que as estradas ainda não eram asfaltadas. Moramos lá por muitos anos e foi onde passei minha adolescência", conta a advogada. Por fim, a família mudou para Mariluz, no Paraná. "Quando nos mudamos para Mariluz, eu comecei a estudar em Maringá. Fiz vestibular lá e em Londrina para Farmácia e Bioquímica. Prestei também um vestibular para Direito em Umuarama (PR) por acaso, porque fui convencida pela minha mãe, e passei na primeira", conta. Logo no início do curso, Cláudia teve seu primeiro contato real com a área e apaixonou-se. "Na primeira semana de aula tivemos que fazer um comentário sobre um artigo de lei e naquele momento já fui muito elogiada por um de meus professores. Com duas semanas de curso, eu já tinha certeza que era o que eu queria fazer." Prestes a se formar, o pai da escritora foi transferido para Londrina, mas ela precisou ficar em Umuarama para terminar a faculdade. Trabalhando no extinto Banco Banestado, Cláudia soube de uma vaga em um escritório de advocacia em Londrina e como o desejo era grande de trabalhar em sua área, a advogada demitiu-se do banco e foi em busca do sonho. "Trabalhei nesse escritório por três anos. Lembra que a vaga oferecida era para arquivista e datilógrafa. Seu chefe, entretanto, viu seu potencial e imediatamente alçou-a a um cargo jurídico. Então, uma oportunidade de ouro apareceu na vida de Cláudia. "Fomos convidados - eu e outra advogada - pelo doutor José Hosken de Novaes, ex-prefeito de Londrina e renomado jurista, para abrir um escritório em um imóvel de sua propriedade na rua Mato Grosso. Abrimos então o escritório no local por ele indicado. Neófita na advocacia passava o dia todo estudando, pois não tínhamos clientes. Aos poucos, o movimento foi aumentando, e depois, com meu mestrado, minha carreira deu um grande salto", explica Cláudia. Nessa mesma época, em 2000, Cláudia começou a atuar como docente, o que fez por oito anos em várias instituições de ensino. "Meu mestrado fiz na UEL e doutorado eu fiz na PUC/SP, durante o período em que lecionei." Quando encerrou as atividades acadêmicas, a advogada resolveu focar-se em uma nova área, a literatura. "Quando fiz meu mestrado, disse que minha dissertação seria um livro. Tinha vontade de fazer isso. Fiz uma dissertação boa o suficiente para uma das melhores editoras do Brasil querer publicá-la", pontua. E assim começou sua atividade como escritora. "Na época também do mestrado, conheci muitos juristas famosos e criei uma boa relação com eles, entre eles, estava Sílvio Venosa, co-autor de dois de meus livros." Anos depois da publicação de sua dissertação, em 2007, foi convidada pelo civilista para fazer os comentários do Código Civil que escrevia, especificamente comentários ao direito empresarial, área na qual Cláudia fez seu Doutorado. Enquanto cumpria esse desiderato, a advogada foi convidada novamente por Silvio Venosa para escrever, dessa vez, o oitavo volume da coleção do escritor, ainda sobre direito empresarial. "Escrever esses dois livros em co-autoria com o prof. Venosa, em razão de seu notório conhecimento, repercutiu de forma mais acentuada do que em relação ao primeiro livro que escrevi", conta. Tanto lecionar como escrever sempre foram objetivos de Cláudia. "Eu queria escrever, mas não esperava escrever com o Sílvio Venosa", afirma. E a concretização desse propósito trouxe à advogada mudanças na carreira, pois para escrever, Cláudia precisou se ausentar de seu escritório, investindo de 10 a 12 horas diárias escrevendo. Esse investimento na escrita levou Cláudia a direcionar seu trabalhar como advogada para a área de pareceres, que é basicamente escrever. "A repercussão do meu trabalho com Silvio foi grande pelo Brasil em função de ser um jurista bastante conhecido, nos levando a fazer palestras em todo o país. Já estamos na segunda edição dos livros e fui convidada pela editora a escrever outros dois livros ainda esse ano, inclusive um deles novamente em co-autoria com Silvio", conta. Mas a aventura literária de Cláudia não se restringe apenas ao campo do Direito. Ela já tem dois projetos iniciados, um romance e um livro de auto-ajuda. "Outro desejo é escrever um coleção de livros infantis", completa a advogada, que além da literatura, é apaixonada por idiomas. "Adoro estudar línguas estrangeiras, no momento faço aulas de Mandarim", conta. Casada há 3 anos com Claudiney Vidoti, carinhosamente chamado de Beto, Cláudia afirma que o casamento foi uma surpresa agradável. "Nunca foi minha pretensão casar, mas somos muito parecidos, e isso me dá muita certeza. Está sendo ótimo, pois ele é muito positivo em relação às coisas que eu faço, está sempre comigo e só soma. Fazemos tudo juntos, somos companheiros." Com uma história de sonhos e perseverança, Cláudia afirma que tudo na vida é possível quando você tem objetivos e metas para atingi-los. "O que falta nas pessoas é coragem pessoal para percorrer seu caminho, pois as lições mais importantes são aprendidas com muito esforço e dificuldade".

 
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